Ação da prefeitura combate pernilongos

Whatsapp Facebook Twitter Linkedin Email

Hoje pela manhã foi executada, no Rio Pinheiros, ação da prefeitura de São Paulo para conter a proliferação de pernilongos na região da Vila Madalena e do Alto de Pinheiros. A iniciativa foi tomada depois de um abaixo-assinado com mais de dez mil assinaturas de moradores da região cobrar atitude do governo.

Acompanhando a operação estavam o secretário municipal da saúde, Wilson Pollar e o prefeito regional de Pinheiros, Paulo Mathias.  Uma caminhonete e uma barcaça foram utilizadas para pulverizar 500 Kg. de larvicida nas margens do rio.

A ação foi a primeira etapa de combate aos pernilongos culex (mosquito convencional que não transmite nenhuma doença). A segunda é o fumacê nas regiões onde foi mapeada a maior presença do inseto, e o terceiro passo é limpar e dedetizar os córregos e cemitérios da cidade.

Quando questionado sobre o mosquito aedes egpty, o secretário municipal de saúde afirmou que atualmente o grande o problema tem sido apenas o mosquito culex, por conta do desconforto que gera na população. Já o responsável por diversas doenças, o aedes egpty, está com números extremamente baixos. Desde agosto de 2016, foram registrados na cidade de São Paulo de 25 a 30 casos por mês de dengue, apenas 6 casos chikungunya e nenhum de zika vírus.

Picape utilizada para aspergir larvicida (Foto: JSP)

Por que o número de pernilongos aumentou e qual o método de combate?

Segundo Alessandro Aparecido Giangola, Coordenador de Ações de Combate ao Aedes Aegypti da prefeitura de São Paulo, há uma proliferação maior dos mosquitos, devido ao calor e a quantidade de chuvas que diminui a eficácia dos larvicidas nos rios porque água fica mais revolta. É normal ao aumento da quantidade de mosquitos nessa época do ano.  

Giangola ainda afirma que as ações de combates ao culex estão sendo intensificadas. Hoje, o método utilizado no Rio Pinheiros foi a aplicação de grãos dispersivos em água, um granulo de bactérias que as larvas do mosquito ingerem e depois morrem.

O tempo de vida de um mosquito é de 30 dias, logo os que já saíram da região do Rio Pinheiros, ou seja, dos seus criadouros, já estão nas regiões das casas, mas a ação executada hoje impede que novas larvas possam nascer, o que apresentará uma queda significativa na presença dos pernilongos na região dentro de 10 dias.



Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *